a rota levou-me até um jardim maravilhoso - onde se aprender a estar - a respirar. onde há também contrastes mas onde os bancos de jardim são ainda feitos para as pessoas. este sol de lisboa reflectido por toda a cidade - reflectido no rio. este sol de lisboa que é só o de lisboa que não pode ser de mais nenhuma cidade.
sábado, 2 de março de 2013
estar
a rota levou-me até um jardim maravilhoso - onde se aprender a estar - a respirar. onde há também contrastes mas onde os bancos de jardim são ainda feitos para as pessoas. este sol de lisboa reflectido por toda a cidade - reflectido no rio. este sol de lisboa que é só o de lisboa que não pode ser de mais nenhuma cidade.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
do sentir que é isto que dizes
«E as coisas fluem, devem fluir, quanto mais tempo melhor, e mesmo as palavras que então só dizemos só servem para exprimir aquilo que nós vivemos na relação amorosa, e isso não é necessariamente a essência do amor. Digo, és tão bonita, e exprimo não um juízo estético, mas um estado de alma, quero dizer que não há nada tão bonito como tu e que essa beleza me comove e é dessa comoção que irrompe o amor que sinto por ti. Percebes?»
António Mega Ferreira em A Expressão dos Afectos
do estendal
gosto de ficar a ouvir histórias de vida. estar numa casa ligeiramente inclinada, pequena, onde tudo se agiganta. A começar pela D. Piedade, que enche a pequena sala de ternura de tal forma que extravasa a janela. gosto de estar perto de pessoas como a D. Piedade, para quem um estender de roupa é um acto de coragem.
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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
«ACCOMPAGNATO
Uma ruga, o chão é uma ruga, se inclinarmos a cabeça encostando a orelha na relva húmida e macia apercebemo-nos dessa quase imperceptível flutuação do horizonte, como se a terra respirasse suavemente, numa contracção regular e repousada, sem sobressaltos nem susto.»
António Mega Ferreira, em A Expressão dos Afectos
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
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